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Natural do Rio de Janeiro, carioca da gema, amante do mar, fanático por pescaria e rock pesado, Marcio Accioli se consagrou como autor best-seller e recordista de vendas. Logo com seus dois primeiros livros, alcançou um feito inédito no país: liderou, com ambas as obras, o primeiro lugar absoluto nas listas dos mais vendidos, mês a mês, por mais de um ano consecutivo. Um marco único no mercado editorial, que o estabeleceu como referência na literatura cibernética.
Os temas abordados eram inéditos na literatura e bombásticos no momento. Quando publicou o primeiro livro "A Internet e os Hackers Ataques e Defesas", o sucesso de vendas foi tanto que, a primeira edição esgotou-se em apenas vinte dias no mercado literário. Nas cinco edições subsequentes, o livro foi atualizado em cada uma delas. Seis meses após, lançou "Pânico na Internet", uma obra que fez tanto sucesso quanto a anterior, ficando também no top de vendas.
Neste período, já notabilizado e querendo preservar seu anonimato, o autor concedeu centenas de entrevistas a jornais (algumas de página inteira) revistas, portais de notícias, um sem número de sites pessoais e todo tipo de mídias do país, consolidando sua presença no cenário digital. Para resguardar sua imagem, as entrevistas eram todas respondidas por e-mails.
Seus livros foram debatidos e chegaram a compor a pauta de eventos relevantes, como a Conferência Internacional do Direito na Internet, que contou com a presença de personalidades nacionais e estrangeiras.
Algumas universidades adotaram suas obras como objeto de estudo, originando teses, monografias e pesquisas de mestrado. Um momento especialmente gratificante para o autor foi a inclusão de seu livro "Pânico na Internet" como questão de vestibular em universidade pública.
Depois de todo este sucesso, o autor lançou seu terceiro livro com o título "Enternet Na Onda da Web", este sendo publicado por uma editora carioca.
O autor escreveu sete livros nessa linha literária, sendo o último deles considerado como sua obra mais significativa: "Chaves Digitais", título que julgou bem definido e altamente sugestivo. No entanto, optou por não publicá-lo. Sérios entraves financeiros com sua editora de São Paulo, aliados à inexperiência em marketing de outra, sediada no Rio de Janeiro, somados a razões de ordem pessoal, contribuíram para sua decisão de se afastar de forma definitiva desse campo de atuação.
Por convicção, após permanecer muitos anos longe do mercado literário, decidiu retomar sua trajetória de escritor com o lançamento de uma obra baseada em uma história real.
Algumas entrevista
Marcio Accioli manteve o anonimato durante dois anos. Seu objetivo era, além de resguardar sua privacidade, provocar mistério em torno do seu trabalho a título de marketing. Achava divertido estimular o sigilo e aguçar a curiosidade, não só da mídia em geral, mas também do público leitor. Para isso, sempre que solicitado pelos jornalistas, ávidos por uma foto inédita e em primeira mão, recusava-se terminantemente, e em tom de brincadeira, respondia: "Tenho aversão a holofotes". Em substituição, enviava uma imagem ilustrativa de um programa de invasão qualquer. Nos convites das emissoras de TVs, pediu a executiva da editora que o representasse.
Até que por fim, pela primeira vez, Marcio escolheu um famoso jornal da sua simpatia e o autorizou a publicar sua foto. A reportagem chegou nas bancas, uma semana antes do lançamento do seu terceiro livro, já que de qualquer forma a sua imagem viria estampada na contra capa do mesmo.
Pela exclusividade da publicação, o veículo usou o sensacionalismo e nomeou a entrevista com um título engraçado: "O Fim de um mistério que durou dois anos". Para fazer as fotografias, o autor aceitou o convite do editor para um almoço e esteve pessoalmente na redação. A recepção de dezenas de jornalistas a ele apresentados, foi tão efusiva, que o deixou impressionado com o carinho de todos que ali trabalhavam.
Logo após, o livro teve o seu lançamento na Bienal do Riocentro, onde o autor recebeu sorridente os seus curiosos leitores, até então, em sua primeira noite de autógrafos.
A repercussão de seu trabalho rendeu-lhe convites para ministrar palestras, e participou como jurado em três etapas de eventos voltados à seleção de modelos femininos para capas de revistas, ampliando sua atuação no meio cultural e midiático.